Adoção cresce com incentivos do governo
Por toda a Índia, milhares de lares estão recebendo luz pela primeira vez, através de pequenas empresas e programas de ajuda que estão fora da grade central de energia do país - fornecendo painéis solares a consumidores rurais, num movimento que pode fazer a energia solar passar por um boom na próxima década. Cerca de 40% dos lares indianos não têm eletricidade, e quase um terço de suas bombas de água para a agricultura são movidas a poços alimentados por diesel subsidiado. 'Há um mercado enorme e muito potencial", diz Santosh Kamath, diretor executivo da consultoria KPMG na Índia. “Instalações solares descentralizadas vão decolar forte, e provavelmente serão maiores que o segmento ligado à grade".
Apesar de décadas de grande crescimento econômico, centenas de milhões de indianos ainda têm de usar querosene para iluminação e cozinha, que têm preços altos no mercado negro quando baixam os estoques do governo. As pessoas que vivem de salário mínimo e do que colhem da terra não estão escolhendo energia solar para economizar combustíveis fósseis, parar com a mudança do clima e reduzir suas pegadas de carbono. Para eles, a tecnologia solar é uma forma imediata de ter energia para lâmpadas, aquecedores, purificadores de água e bombas.
Um sistema de um painel custa cerca de U$ 360, menos do que um ano de querosene no mercado negro. Com subsídios govermentais, o sistema sai por U$ 300. O governo indiano espera que a energia solar fora da grade quadruplique em dois anos, chegando a 200 megawatts, suficientes para abastecer milhões de lares rurais com consumo modesto de energia.
O governo indiano vem pedindo que fabricantes e empreendedores aproveitem a oportunidade. O país tem um programa solar de 11 anos com investimentos previstos de U$ 19 bilhões, em créditos, subsídios a consumidores e isenções fiscais a fabricantes. Outras fontes renováveis, como energia eólica e pequenas hidroelétricas, deverão junto com a solar responder por 20% da energia indiana em 2020. A energia solar, sozinha, responderá por 6%. O governo lidera uma imensa campanha chamada Ilumine Um Bilhão de Vidas, distribuindo 200 mihões de lanternas solares para lares rurais. E painéis solares estão se tornando parte importantes de dotes de noivas, mesmo para aqueles que têm eletricidade, mas estão irritados com os apagões. Nova Delhi, a capital, exige que hotéis, hospitais e outros locais públicos tenham aquecimento solar, relata o Live Trading News.
Foto: Barefoot Photographers of Tilonia/Creative Commons
Apesar de décadas de grande crescimento econômico, centenas de milhões de indianos ainda têm de usar querosene para iluminação e cozinha, que têm preços altos no mercado negro quando baixam os estoques do governo. As pessoas que vivem de salário mínimo e do que colhem da terra não estão escolhendo energia solar para economizar combustíveis fósseis, parar com a mudança do clima e reduzir suas pegadas de carbono. Para eles, a tecnologia solar é uma forma imediata de ter energia para lâmpadas, aquecedores, purificadores de água e bombas.
Um sistema de um painel custa cerca de U$ 360, menos do que um ano de querosene no mercado negro. Com subsídios govermentais, o sistema sai por U$ 300. O governo indiano espera que a energia solar fora da grade quadruplique em dois anos, chegando a 200 megawatts, suficientes para abastecer milhões de lares rurais com consumo modesto de energia.
O governo indiano vem pedindo que fabricantes e empreendedores aproveitem a oportunidade. O país tem um programa solar de 11 anos com investimentos previstos de U$ 19 bilhões, em créditos, subsídios a consumidores e isenções fiscais a fabricantes. Outras fontes renováveis, como energia eólica e pequenas hidroelétricas, deverão junto com a solar responder por 20% da energia indiana em 2020. A energia solar, sozinha, responderá por 6%. O governo lidera uma imensa campanha chamada Ilumine Um Bilhão de Vidas, distribuindo 200 mihões de lanternas solares para lares rurais. E painéis solares estão se tornando parte importantes de dotes de noivas, mesmo para aqueles que têm eletricidade, mas estão irritados com os apagões. Nova Delhi, a capital, exige que hotéis, hospitais e outros locais públicos tenham aquecimento solar, relata o Live Trading News.
Foto: Barefoot Photographers of Tilonia/Creative Commons
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